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18/11/2023 às 19h57min - Atualizada em 18/11/2023 às 19h57min

Com adesão de 60% do público-alvo, SP prorroga Campanha de Multivacinação

A meta é vacinar ao menos 90% do público-alvo

Getty Imagens

O Governo de São Paulo prorrogou a Campanha de Multivacinação que terminaria na última  quarta-feira (15), feriado de Proclamação da República, até o dia 30 de novembro. O motivo é a baixa adesão aos imunizantes, que atingiu apenas 60% das crianças e adolescentes, diante da meta de ao menos 90%.  A maior preocupação dos especialistas, diante deste retrocesso na vacinação brasileira – referência mundial – é o retorno de doenças erradicadas. Poliomielite, rubéola e difteria são algumas das doenças que podem ressurgir devido à baixa cobertura vacinal, segundo o Ministério da Saúde.  Em 2016, por exemplo, o Brasil conquistou o certificado de eliminação do vírus do sarampo. Entretanto, em 2018 a doença voltou. Com mais de 10 mil casos confirmados na época, o país acabou perdendo a certificação.
Vacinas disponíveis:
  - 
Poliomielite
  - Meningocóccica C Conjugada
  - Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba e Rubéola)
  - Febre amarela, Pentavalente (difteria
  - Tétano
  - Coqueluche
  - Hepatite B e doenças invasivas causadas pelo Haemophilus influenzae b)
  - HPV (entre 9 e 14 anos de idade
  - BCG (tuberculose) e
  - Covid-19.
Como parte da campanha, os municípios recebem todo o apoio para oferecer as vacinas e fazer a checagem das carteiras de vacinação em escolas e outros locais de alta circulação ou em áreas rurais, além dos 5 mil pontos de vacinação já existentes no estado. A pasta de saúde estadual esclarece que cada município tem a sua própria estratégia e é responsável pela vacinação.


 


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