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06/08/2021 às 11h14min - Atualizada em 06/08/2021 às 11h14min

Salto é escolhida para participar de projeto inédito que deve monitorar e barrar a quantidade de lixo no Rio Tietê

Projeto piloto vai avaliar também se o material que desce da capital pode ser reaproveitado. Se der certo, o trabalho será levado para outros rios que também sofrem com a poluição.

Divulgação
A cidade de Salto no interior de SP, foi escolhida para uma experiência inédita que vai tentar conter e monitorar a quantidade de lixo despejada no Rio Tietê. O projeto ainda é piloto e vai avaliar também se o material que desce da capital pode ser reaproveitado. Foram instaladas barreiras ecológicas no trecho de Salto, no Parque de Lavras, que ficarão atravessadas no rio e devem impedir a chegada de materiais recicláveis para conter o avanço da poluição.
O projeto é inédito em água doce na região de Sorocaba (SP) e, se der certo, será levado para outros rios que também sofrem com a poluição. O projeto será feito nesta época de estiagem, pois fica mais fácil devido ao nível da água. Ambientalistas explicam que, quando as primeiras chuvas trouxerem a poluição, as barreiras já estarão prontas. Ao todo, serão três barreiras na região.
Já a segunda etapa do projeto é colocar uma esteira que vai retirar o material reciclável do rio. Depois, tudo será enviado para cooperativas de reciclagem da região.
Durante um ano, os ambientalistas também farão um mapeamento do que foi encontrado. A ideia é criar iniciativas para evitar o descarte irregular de recicláveis, segundo a diretora da S.O.S Mata Atlântica, Malu Ribeiro.

 
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