26/07/2021 às 11h18min - Atualizada em 26/07/2021 às 11h18min

Uniforme longo da equipe alemã de ginástica é protesto contra a sexualização no esporte

A ginasta Sarah Voss é quem lidera o protesto e tudo começou no campeonato europeu, em abril. A brasileira Flavinha Saraiva aprova a iniciativa e falou ao Fantástico: 'Me sinto parte da vitória delas também'.

- gazeta.redacao@yahoo.com.br
G1
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Neste domingo (25), a equipe alemã de ginástica marcou posição em sua apresentação. As atletas competiram com collants que cobrem as pernas e passaram uma mensagem contra a sexualização no esporte.
Isso já tinha acontecido nos jogos, mas apenas por motivos religiosos, como no caso das jogadoras egípcias do vôlei de praia na Rio 2016. A ginasta Sarah Voss é quem lidera o protesto e tudo começou no campeonato europeu, em abril.
A luta de Sarah foi encampada pelas outras alemãs e a mensagem se espalhou. A ginasta brasileira Flavinha Saraiva aprova a iniciativa.
"Não é de hoje, né? A gente já vem lutando por uma causa há muito e muito tempo. Então, as verelas conseguindo conquistar isso, eu me sinto parte da vitória delas também, a gente se sente e elas são uma inspiração para gente", diz Flavinha.
A luta contra a sexualização das mulheres chegou à maior competição esportiva do mundo, mas isso não é uma novidade em campeonatos internacionais. Protestos similares a esse renderam até multa em outros esportes. A seleção norueguesa de handebol de areia usou short em vez de biquíni no campeonato europeu e teve que pagar o equivalente a R$ 9,2 mil como punição. 
 

 
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